A CPFL Paulista intensifica o combate ao furto de energia em Ribeirão Preto, com operações diárias que alcançam todas as regiões da cidade e diferentes perfis de consumidores. A força tarefa, que conta com apoio de agentes policiais, já identificou irregularidades como ligações diretas na rede elétrica, desvios de medição embutida em alvenaria ou dentro da caixa de medição e fraudes com manipulação de medidores.
Entre os flagrantes registrados estão vários comércios que vinham sendo abastecidos por ligações clandestinas conectadas diretamente à rede de distribuição, como a franquia de uma grande rede de fast food localizada no Jardim São Luís, uma padaria no Parque Ribeirão Preto e uma academia na Vila Monte Alegre. As operações envolvem também indústrias, empresas de todos os portes e residências.
Em todos os casos houve perícia técnica e registro de boletim de ocorrência, inclusive com condução de acusados aos distritos policiais. A CPFL Paulista calculará a energia consumida e não faturada para posterior cobrança dos valores aos responsáveis. A concessionária seguirá reforçando as operações de fiscalização em todas as regiões do município por tempo indeterminado.
A região de Ribeirão Preto respondeu por 22,5% das 1.436 ocorrências de furto de energia computadas no primeiro semestre deste ano nas 234 cidades atendidas pela CPFL Paulista. Foram 323 irregularidades detectadas na região nesse período, com 637 mil kWh de energia recuperada - suficiente para atender cerca de 253 residências por um ano. Só no município de Ribeirão Preto foram identificados 94 casos, com a recuperação de 63,5 mil kWh, equivalentes ao consumo anual de 25 residências.
Para combater as irregularidades, a CPFL investe em tecnologia, inteligência artificial e fiscalização, combinando inspeções de campo, análises técnicas, modelos estatísticos e denúncias anônimas. A companhia também utiliza caixas de proteção em unidades reincidentes, medidores em locais protegidos e conjuntos blindados com leitura externa e acompanhamento remoto.
Além de evitar perdas de energia, a atuação visa a segurança das instalações e da população e ajuda a minimizar impactos que podem chegar às tarifas, já que parte das perdas não técnicas é considerada nos processos de revisão tarifária da ANEEL.
As sanções para quem furta energia foram endurecidas este ano: a pena, que ia de um a quatro anos de prisão, passou para um a seis anos, além de multa. Com o aumento da punição máxima para mais de quatro anos, a autoridade policial não pode mais arbitrar fiança no momento da prisão em flagrante, atribuição que passou a ser exclusiva do Poder Judiciário.
A CPFL orienta a população a não se aproximar nem tentar resolver por conta própria situações suspeitas, mas comunicar a ocorrência pelos canais oficiais. As denúncias são anônimas e podem ser feitas pelo aplicativo “CPFL Energia” ou pelo site da CPFL para denúncias de fraude.
(Divulgação/CPFL Paulista)