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CPFL Energia prevê investir R$ 1,2 bilhão em projeto de medidores inteligentes

Data:
26/02/2025
Escrito por:
Assessoria de Imprensa

A CPFL Energia anuncia um marco em sua estratégia de digitalização. A empresa prevê substituir cerca de 1,6 milhão de medidores convencionais por medidores inteligentes em cidades das áreas atendidas pelas distribuidoras CPFL Paulista, CPFL Piratininga e CPFL Santa Cruz até 2029. Com uma projeção de investimento de R$ 1,2 bilhão, dos quais R$ 800 milhões são provenientes do programa BNDES Mais Inovação, a iniciativa beneficiará aproximadamente 400 mil consumidores por ano. O objetivo é oferecer mais qualidade, transparência e eficiência no uso da energia elétrica. 


Os municípios de Ourinhos, Jacarezinho e Ribeirão Claro, da área de concessão da CPFL Santa Cruz, serão os primeiros a receber os novos equipamentos. Jaguariúna, que também é atendida pela distribuidora, abrigou o projeto-piloto do grupo em 100% do município em 2018 e 2019 e permitiu testes, aprendizados e a validação de tecnologias para garantir uma implementação eficiente e alinhada às necessidades dos clientes. Essa instalação gradativa vai assegurar que cada nova etapa do projeto traga benefícios para todos.  


A tecnologia de telemedição inteligente permite um acompanhamento digital do consumo que trará maior controle e informação para eficiência da operação do sistema e, consequentemente, deve gerar benefícios de qualidade e de relacionamento com os consumidores.


“As redes inteligentes são uma das maiores evoluções tecnológicas que teremos no setor de distribuição nos próximos anos e a troca de medidores é a base dessa transformação. Estamos falando de uma inovação que coloca o cliente no centro, oferecendo eficiência, acompanhamento no uso de sua energia e uma nova experiência ao consumidor. Devemos telemedir cerca de 400 mil clientes a cada 12 meses”, afirma Gustavo Estrella, presidente da CPFL Energia.  


O investimento na troca de medidores reflete o compromisso em liderar a transformação do setor elétrico brasileiro, alinhada às diretrizes do Plano Nacional de Energia 2050 e às demandas de um consumidor cada vez mais conectado e exigente.