Em ação de combate ao furto de energia realizada com apoio policial,equipes da CPFL Piratininga identificaram uma fraude na instalação elétrica de uma escola particular localizada no bairro Vila Nossa Senhora de Fátima, em São Vicente.
Durante a inspeção, equipe técnica constatou a existência de um desvio de energia. A ligação irregular abastecia um quadro de energia que alimentava os aparelhos de ar-condicionado da escola, permitindo o consumo sem o devido registro pela medição.
A Polícia Militar foi acionada para acompanhar a ocorrência. Foi registrado boletim de ocorrência. O responsável pela escola foi conduzido ao Distrito Policial para prestar esclarecimentos. A fraude foi eliminada e a instalação regularizada pela distribuidora.
Durante a apuração do caso, a CPFL Piratininga também identificou informações sobre uma unidade da mesma instituição em Praia Grande. O local foi inspecionado e não foram constatadas irregularidades.
A CPFL Piratininga calculará a energia consumida e não faturada para cobrança dos valores correspondentes aos responsáveis pela unidade onde a fraude foi identificada.
Na Baixada Santista, a CPFL Piratininga identificou 6.327 fraudes e furtos de energia nos oito primeiros meses de 2026. Entre os casos, 517 foram identificados a partir de denúncias. No mesmo período, as inspeções permitiram recuperar 4.459 MWh de energia desviada.
A distribuidora mantém ações contínuas de fiscalização para garantir a qualidade e a segurança do sistema elétrico, com inspeções em campo, análises técnicas, apuração de denúncias da população e operações com apoio das autoridades policiais.
O furto de energia pode sobrecarregar a rede elétrica, provocar interrupções no fornecimento e causar curtos-circuitos, incêndios e choques elétricos, colocando em risco a segurança da população.
A CPFL reforça que a prática é crime previsto no Código Penal Brasileiro. A Lei nº 15.397/2026 aumentou a pena para o furto simples, de um a quatro anos para um a seis anos de prisão, além de multa. Como a pena máxima supera quatro anos, a concessão de fiança em flagrante deixa de ser atribuição do delegado e passa a depender de decisão judicial.
Situações suspeitas podem ser denunciadas de forma anônima e segura pelo aplicativo CPFL Energia ou pelo site Canal de denúncias da CPFL.
(Divulgação/CPFL Piratininga)