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Homem é preso por furto de energia em operação conjunta da CPFL RGE e Polícia Civil em Caxias do Sul

Data:
16/09/2026
Escrito por:
Assessoria de imprensa

Um homem foi preso em flagrante por furto de energia elétrica durante uma ação conjunta entre a CPFL RGE e a Polícia Civil, realizada nesta terça-feira, 15, em Caxias do Sul. A operação, coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), teve como alvo um complexo de reciclagem, no Loteamento Primeiro de Maio, que era utilizado por um grupo criminoso.


Durante as buscas, equipes da CPFL RGE identificaram uma ligação clandestina de energia elétrica que abastecia o local. O desvio foi desfeito e o responsável pelo espaço foi preso em flagrante, entre outros crimes, por furto de energia. Um segundo homem foi preso, permanecendo à disposição da Justiça.


Batizada de Operação Colmeia, a ação mobilizou aproximadamente 160 policiais e 53 viaturas, com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), do Canil do 12º BPM, de delegacias da região e de outras unidades do Estado. Durante as buscas, a polícia apreendeu armas de fogo e entorpecentes.


Crime. Fraudes e furtos de energia são crimes previstos no Código Penal com penas que podem chegar a até quatro anos de prisão. Após confirmado o furto, a CPFL RGE realiza os cálculos e estima a quantidade de energia furtada, ou seja, o que foi consumido pelo estabelecimento e que deixou de ser pago à distribuidora. Desta forma, a companhia pode fazer a cobrança retroativa dos valores.


Outra consequência das fraudes e furtos é a piora na qualidade do serviço de distribuição de energia, uma vez que as ligações clandestinas sobrecarregam as redes elétricas.


Penas mais duras. Sancionada em 2025, a Lei 15.181 endureceu as penas aplicadas a crimes como furto, roubo e receptação de fios, cabos e equipamentos utilizados na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, considerando que esses ativos são parte de uma estrutura de serviço público.


O furto desses equipamentos e a receptação deles passa a ser crime qualificado, com pena de prisão de 2 a 8 anos. Para o roubo de equipamentos, a pena passa a ser de 6 a 12 anos, e para receptação qualificada, de 6 a 16 anos. Todos esses casos incluem multa. Dessa forma, a lei para esse tipo de furto passa a ser mais dura do que outros furtos.Eficiência. O investimento em inteligência artificial, acoplado a novos sistemas com geração de alarmes para direcionamento de inspeções, resulta em maior assertividade do trabalho desenvolvido pela Diretoria Comercial do Grupo CPFL em seus processos de monitoramento e análise. Deste modo, a Companhia consegue preventivamente identificar possíveis variações no consumo de energia que indiquem perdas comerciais. Além dos investimentos em processos, o grupo também tem trabalhado em conjunto com os órgãos públicos e as autoridades policiais para coibir a prática de fraudes e furtos.